revolution.
"We are the children Of the siege you hide In this rich man's war Where the poor just die" Vou-me construindo atrás dos muros, tapada – invisibilidade presumível pela falta de coragem de me olharem nos olhos; nos olharem nos olhos. A revolução que se dá no peito – que sobe até à cabeça – que acaba nas frases espalhadas pelas cidades imensas. Observam-se os outros – que se imaginam merecedores de tronos; observa-se a autodestruição visível nas vidas sempre iguais – eventualmente - a acomodação é a música que toca nos rádios e as guerras são travadas pelos que fazem história, depois – só depois. Alvos constantes de uma pressão que não escreveram nas mãos; que não nos era destino que não nos era sina. Um mundo de uma imensidão incontável, resumido a uns umbigos gordos de ambição doente. E o verde? O azul? A lama que encheu os corpos dos loucos – a voz que ficou nos cartazes erguidos em troco de um direito – de uma migalha de liberdade para a possibilidade de uma m...