Thirteen Thirtyfive



Colunas. Pressão. Colunas. Tensão. Pum pa – pam pu. Os pés soltam-se e a música rebenta. Rebenta-nos. Explosões de explosão obrigatória. Literaturas de livros iminentes a ti. Os sapatos magoam os pés e os silêncios alegram as almas. Não definindo belezas, desencontro-me de olhos exigentes. Música alta. Tu alta. Tudo grande – gigante a decisão de pisar linhas trémulas de tintas que não se fabricam. Chão delineado, baseado em regras feitas para se rasgarem. Rasgando-te; rasgando-as. Incertezas óbvias em tardes baças e básicas. Memórias sem jus nem nus – sabores amargos e impulsionadores. Condicionantes registadas em cartões de entradas. Condicionantes falhadas e baralhadas em todos os cartões de estradas. Mãos dadas violentamente em pensamentos que caiem. Tu cais – tu só cais.

Falho o planear e todos os truques aprendidos; tropeço em adjectivos errados nos momentos mais errados ainda. Restam-nos bocas; palavras mudas de quereres nunca verbalizados. Sabores fortes de passos rápidos. Magias. Adivinhas. Desesperos bonitos com sabor a fragrâncias suaves. Vou escrevendo livros e registando na pele paixões e paixão – uma, duas e três. Passagens e passageiras como corvos, pequenos Grandes pássaros pretos que não querem se não o prazer de ser prazer quando os dias são escassos e as pessoas são assim – bonitas.


Marco-te. Marco em árvores a vontade de ser noite em jardins vazios ou vento em miradouros que estão completamente vazios. Não insisto. Resisto. Desisto. Desisto

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